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Edição nº 89 - de 15 de Junho de 2009 a 14 de Julho de 2009

III Seminário de Estudos ESPAÇO MULHER / 2009

No dia 24 de junho de 2009, das 16h00 às 20h00, no Auditório Teotônio Vilella, na Assembleia Legislativa de São Paulo, na ocasião será lançado o I CICLO DE ESTUDOS SOBRE A IMPORTÂNCIA DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO NA RECUPERAÇÃO E QUALIDADE DE VIDA DAS PESSOAS, durante o III Seminário de Estudos ESPAÇO MULHER / 2009, que debaterá o tema: O PAPEL SOCIAL DOS ANIMAIS NA RECUPERAÇÃO HUMANA.

A palestra de abertura será proferida pelo Exmº deputado estadual Feliciano Filho, atual terceiro secretário da Assembleia Legislativa de São Paulo, e autor da Frente Parlamentar de Defesa e Direito dos Animais e da Lei 2.916/08 - a qual acaba com a matança indiscriminada de cães e gatos nos Centros de Controle de Zoonoses, Canis Municipais e Congêneres do Estado de São Paulo.

O evento é destinado a todas aquelas pessoas que são apaixonadas por seus animais, protetores (as) , educadores (as), profissionais da saúde, empresários(as)  da área, etc...

A inscrição é gratuita, reserve sua vaga até o dia 23 de junho pelo (s) e-mail (s):  espacomulher@espacomulher.com.br ou espacomulher@terra.com.br.

PROGRAMAÇÃO

III Seminário de Estudos ESPAÇO MULHER / 2009

16h00 - inscrição e entrega de material do evento

16h15 - recepção às /aos conferencistas - imprensa

16h20 - 16h30 - recepção às autoridades e outros representantes de entidades apoiadoras

16h35 - 16h45 - abertura do evento - CERIMONIAL

E a seguir exposição dos objetivos do lançamento do I CICLO DE ESTUDOS SOBRE A IMPORTÂNCIA DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO NA RECUPERAÇÃO E QUALIDADE DE VIDA DAS PESSOAS, e o respectivo tema, proferida pela Profª Elisabeth Mariano - diretora presidenta do Instituto ESPAÇO MULHER.

16h45 - 17h00 - palestra de abertura:  As leis que protegem os animais no Brasil.

Conferencista: Exmº DEPUTADO FELICIANO Fº - Atual terceiro secretário da Assembleia Legislativa de São Paulo, e autor da Frente Parlamentar de Defesa e Direito dos Animais e da Lei 2.916/08 - a qual acaba com a matança indiscriminada de cães e gatos nos Centros de Controle de Zoonoses, Canis Municipais e Congêneres do Estado de São Paulo.

17h05 - 17h20 - Palestra: Na Terapia Assistida por Animais, quais os tipos de animais são indicados para colaborarem na recuperação de pessoas jovens, adultas e idosas com deficiências, com doenças emocionais e mentais. Ex: cão guia etc...

Conferencista: JORGE PEREIRA - adestrador, com trabalho social em Terapia Assistida por Animais

17h25 - 17h55 - Palestra em equipe:

Pesquisa sobre o que ocorre nas escolas, faculdades, conselhos e ordens; nas ONGs, e no mercado de negócios referente à difusão e o emprego do DIREITO ANIMAL - (no país e no exterior). Cães adequados para a segurança pessoal e privada e na área policial.

Conferencistas: EDUARDO KARABOLAD NETO - Estudante direito e adestrador

NATALIA KARABOLAD - Bacharel em Relações Internacionais

ÁLVARO DOS SANTOS LIMA - Adestrador com técnicas nacionais e internacionais na área de proteção, segurança, e policial.

18h00 - 18h20 - Palestra em equipe: Os benefícios dos animais de estimação no atendimento psicológico.

Conferencistas: equipe de profissionais da organização CÃO CIDADÃO

TATIANE ICHITANI - Psicóloga pela PUC-SP (2002)

JULIANA ZORIKI - Psicóloga pela Universidade Paulista (2003)

18h25 - 18h40 - Palestra: O autismo em crianças e a sensível melhora de aprendizado e comportamento por tratamento com Mediação Assistida por Animais.

Conferencista: SILVANA FEDELI PRADO - Psicóloga - Graduada em Psicanálise, atualmente Presidente da ONG - INATAA - Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais

18h45 - 19h00 - Palestra: Qual é o sentimento das pessoas ao internarem seus animais de estimação quando doentes, acidentados, ou quando morrem?

Conferencista: FLÁVIO ELY TONIAZZI - Médico Veterinário do KOALA HOSPITAL ANIMAL

19h05- 19h20 - Palestra: A fitoterapia aplicada para o equilíbrio da saúde e qualidade de vida dos animais de estimação.

Conferencista: SÉRGIO TINOCO PANIZZA - Farmacêutico industrial, professor e escritor

19h20 - 19h30 - Encerramento, com agradecimentos. Recebimento de sugestões, críticas, escolha de temas para novos eventos.

19h30 - 20h00 - Momentos de amizade.

O Brasil tem 35% de altos cargos sob responsabilidade de mulheres, e apenas 8,9% no Congresso Brasileiro

Um recente Relatório do PNUD apontou que apenas na ‘Jamaica, Filipinas, Dominica, Santa Lúcia, Lesoto e Fiji, as mulheres são a maioria em funções de poder.’

E, que “as mulheres são maioria à frente de cargos importantes em apenas seis países do mundo, de acordo com dados do RDH (Relatório de Desenvolvimento Humano) 2009, do PNUD.

Nos outros 114 – de um total de 120, para os quais existem dados disponíveis – os homens são mais de 50% dos legisladores, gerentes e funcionários públicos de alto escalão.

Os seis países em que elas são maioria nos cargos mais altos não são as maiores economias mundiais e nem as nações mais desenvolvidas.” (...)

Dentre os países ricos, apenas nos Estados Unidos há uma maior igualdade de gênero na distribuição dos cargos de poder: 42% deles estão com as mulheres. Na Islândia, país de maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), apenas 29% dos líderes são mulheres.

Para comentar sobre o relatório: “Teresa Sacchet, pesquisadora de ciência política da USP (Universidade de São Paulo),” informou que “Isso mostra que a igualdade de gênero, assim como a racial, não é consequência do desenvolvimento econômico como por muito tempo se falou”, Mesmo nos países em que os homens são maioria, mas as mulheres compõem pelo menos 40% dos altos cargos, predominam nações pequenas da América Central. O Brasil tem 35% dos altos cargos nas mãos delas.” (...)

Em comentário aos recentes dados da pesquisas: “Júnia Puglia, vice-diretora do UNIFEM (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher) no Brasil e Cone Sul também defende a política de cotas para mulheres, assim como para negros. “Não é o ideal, mas é o que nós temos”, diz. “Se fosse oferecido acesso igual à educação de qualidade em todos os níveis e igual acesso ao mercado de trabalho, isso abriria portas para uma representação de poder igualitária”, defende.

Conforme a recente reportagem de Dayanne Souza, do Pnud: intitulada: “Só em 6 países maioria de líderes é mulher” Júnia afirmou: “Não há razão para que os parlamentos e as posições de poder não reflitam a composição da população do país, pois isso seria justiça”, enquanto que Teresa reforçou: “O que se quer é paridade”, “na política, espera-se que ela seja paritária, não há sentido o Congresso Brasileiro ter apenas 8,9% de mulheres”. (Fonte: (Envolverde/Pnud)09/03/2009 - 11h03 - http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=57114&edt=1)

Embora os dados estatísticos que bem demonstram a realidade e o atraso cultural em que nos encontramos no quesito de oportunidades iguais, em um regime democrático, e tão apregoado em nossa CF/88 e, na ratificação de todos os tratados, convenções internacionais de Direitos Humanos e outras garantias, nós mulheres brasileiras, ainda nos defrontamos com problemas tão básicos na desigualdade, refletidos em abusos e violações, perseguições, descasos e omissões.

Sequer conseguimos uma representatividade de 10% para as decisões e exigências parlamentares, embora em cargos de altas responsabilidades possam alcançar um patamar de 35% em representatividade, ainda permanecem as desigualdades salariais, e, a sobrecarga advinda da condição de mulheres, sem que as políticas públicas e o respeito as leis favoreçam melhor desempenho.

Trabalhar os aspectos educacionais e culturais para que a própria mulher, não apenas conclua seus estudos até o nível superior, e não só que trabalhe e seja independente financeiramente, mas também que crie em si própria a condição de ambicionar a liderança.

Preparar-se para esta condição, exigí-la quando desrespeitada, mesmo que legalmente, ter grupos de apoio que analisem e ajudem no enfrentamento de qualquer problemática abusiva em torno dessas carreiras, quando há mulheres em liderança, estimular debates, fazer a análise da realidade, criar grupos para busca de soluções, estes poderão ser meios usados, quer individualmente, ou em duplas, pequenos grupos, comissões e até em ONGs, com o intuito de que aumente a representatividade feminina.

Todavia, é lamentável, que algumas mulheres, às vezes, por merecimento e outras por serem indicadas a certos posto de destaque, ficam a mercê dos dogmas e costumes dos grupos que somente priorizam ao comportamento masculino (talvez por pressão de grupos, ou não). E, assim elas não conseguem inovar com a inserção (inclusão) de outras mulheres, que muitas vezes, terão que aprender a se adaptar as novas modalidades, além de buscar a expansão do conhecimento adquirido. Ou seja, tudo isto requer aprendizado, paciência e um certo tempo de perseverança.

Sem dúvida, diante dos números apresentados nas pesquisas, pode-se concluir que ainda estamos nos primeiros passos educativos e representativos em lideranças quer seja na igualdade de raças, etnias, sexo, gênero, origem nacional, etc.

O que é uma excelente oportunidade para todas as pessoas que queiram fazer parte de um novo patamar nacional, em luta política de igualdade democrática, e na defesa dos direitos humanos.

Com esta reflexão entregamos para você a edição nº 89 do Portal ESPAÇO MULHER INFORMA... que traz muitas pesquisas e notícias selecionadas. Abaixo leia também o relatório da Anistia Internacional, principalmente se você tiver algum dogma de fé que apregoe “o amor ao próximo”.

Receba nossos votos de muito sucesso e um fraternal abraço de Elisabeth Mariano e equipe ESPAÇO MULHER.

Relatório da Anistia Internacional: para quem tem sede de justiça orar e agir

“Fotos e depoimentos impactantes. Expressões de dor e indignação verbalizadas. Injustiças e atrocidades demonstradas por imagens. Declarações de fé no trabalho pela transformação da realidade e subsídios estatísticos para o planejamento de ações de resgate da cidadania e iniciativas pacificadoras. Assim, pode ser resumido o Relatório 2009 da Anistia Internacional (The Amnesty International Report 2009) que documenta como andou a situação dos direitos humanos no ano de 2008 em 157 países e territórios. Leitura imprescindível para os que crêem no que diz aquele Sagrado Livro: "Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça".

Leia a íntegra do Relatório:

em inglês: (http://www.agenciasoma.org.br/arquivos/air09-en.pdf) ou

em espanhol (http://www.agenciasoma.org.br/arquivos/air09-es.pdf).

Leia uma introdução ao Relatório, em português, (http://www.agenciasoma.org.br/arquivos/air09-foreword-pt.pdf) escrita por Irene Khan, secretária-geral da Anistia Internacional, com o título "A crise não é só da economia, é dos Direitos Humanos".

Saiba mais, acesse esta página.

(Fonte: Agencia Soma – e-mail de  29/5/2009 - 7h46m)

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Aviso urgente- importante!

DENUNCIE USO INDEVIDO DE ESPAÇO MULHER e ESPAÇO PARA A MULHER

Pois são marcas registradas no INPI, com domínios registrados na Internet, e com registros de direitos autorais.

Também será considerado plágio o uso disfarçado e indevido de nossos slogans:

SER MULHER É TER COMPROMISSO COM A VIDA

ESPAÇO MULHER – VALORIZA O QUE VOCÊ FAZ EM BENEFÍCIO DA SOCIEDADE E DESTACA AS MULHERES NAS LIDERANÇAS DO BRASIL.

Considera-se crime de concorrência desleal, além de todas as punições cabíveis em relação aos direitos marcários, eletrônico e autorais, conforme legislação brasileira (código civil e código penal) e de acordos internacionais.

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Se você conhece que usa ou você se utiliza indevidamente das marcas e expressões e slogans acima citados, entre em contato urgente, para esclarecimentos, com mensagem dirigida a diretoria do Departamento Jurídico ESPAÇO MULHER, via e-mail: dpto.juridico@espacomulher.com.br assunto: Esclarecimentos Urgentes.

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